23 Março 2009

O Caça-Corrupto deixa o PPS e leva consigo a ética e a luta contra a corrupção

Ofício N. 23
Cuiabá, 23 de março de 2009.


AOS SENHORES
MEMBROS DA EXECUTIVA MUNICIPAL DE CUIABÁ.
AO PRESIDENTE DO DIRETÓRIO MUINICIPAL DE CUIABÁ.




Com o firme propósito de continuar participando da história de transformação e melhoria para a sociedade matogrossense eu, Helio da Silva, titulo de eleitor nº 013748491813 filiado ao PPS sob o nº134564 desde fevereiro de 1997, venho mui respeitosamente pedir, em caráter irrevogável, minha desfiliação do Partido Popular Socialista – PPS.

MOTIVAÇÃO

Doze anos se passaram, carreguei a bandeira do meu partido onde quer que estivesse, segui fielmente todos os preceitos e ensinamentos que o estatuto e o código de ética ensinam. Sinto-me com o dever cumprido.

Contudo, o recíproco não é verdadeiro. O “partido decente” não se interessa, verdadeiramente, em encampar lutas no combate à corrupção, aos projetos sociais, a melhoria da educação, cultura, lazer, segurança, enfim, tudo aquilo que se espera da entidade enquanto instrumento de transformação social.

Também não tem interesse objetivo na real transparência das ações, a exemplo da negativa de abertura pública das contas dos gabinetes de seus parlamentares, mais que uma obrigação, um direito do cidadão.

Seus dirigentes são indiferentes à participação, ou não, dos seus candidatos quando do processo eleitoral.

Agora, quem sabe, os dirigentes do PPS possam me responder uma pergunta para cada ano em que fui pianista neste nobre partido, quais sejam:

1º Na propaganda eleitoral o PPS diz ser um partido diferente, “um partido decente”, então, porque seus Vereadores e Deputados não apresentam as contas dos seus gabinetes ao publico?

2º É decência estar nos palanques opostos a cada dois anos? Ou isto faz parte do slogan “ser diferente”?

3º Nosso Deputados são coniventes com tudo que acontece na assembléia? Por qual motivo silenciou sua postura independente?

4º O PPS em 2006 apoiou Blairo, em 2008, Wilson, e em 2010 quem subirá ao palanque o PPS decente?

5º Qual foi o projeto apresentado e aprovado na Assembléia ou na Câmara Municipal que se transformou em retorno social de relevância concreta para a sociedade?

6º Porque o diretório Municipal de Cuiabá não reuniu até hoje com os candidatos derrotados no pleito 2008?

7º Quais são os projetos a serem implementados pelo partido no parlamento para 2009?

8º Porque o PPS não leva as decisões importantes do parlamento para discussões junto ao seu diretório e a sociedade?

9º Qual é o dia da semana ou do mês, que os nossos parlamentares atendem os companheiros do partido, principalmente os do interior?

10º Qual é a posição pública do PPS em relação ao caso do Vereador Ralf Leite?

11º Porque será que o presidente nacional do PPS, ROBERTO FREIRE não processou José Dirceu por ele ter feito graves acusações na imprensa Nacional contra sua honra?

12º Roberto Freire será candidato único do PPS para a direção nacional, exercício 2009/2011, pela nona vez consecutiva (se tornando o único presidente que o PPS conheceu em seus 17 anos de existência), isso é DEMOCRACIA?

Deixo o PPS por entender que seus dirigentes são descompromissados com a sociedade e com as causas Republicana, usam do tempo de TV para promoções pessoais, não tem compromisso e nem projeto político partidário, mas sim projetos pessoais e familiares.

Por fim, peço desculpas aos filiados e militantes deste nobre partido por ter que deixá-los, mas não deixarei a luta no combate a corrupção.



Sem mais para o momento,
Helio Silva

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19 Fevereiro 2009

CRISE

E 4270 empregos se foram pelos ares
A Embraer, terceira maior fabricantes de jatos do mundo, anunciou hoje que vai dispensar cerca de 4,27 mil empregados - 20% dos seus quadros.

Ao ver essa notícia, a impressão é de que os pedidos nacionais e internacionais de aeronaves desapareceram como em um passe de mágica: Puf! Afinal de contas, uma empresa que ganhou (e cresceu) muito nos últimos anos e que estaria capitalizada para enfrentar fortes turbulências – sem trocadilho – certamente viu o abismo de perto para tomar medida tão drástica.

Contudo, mesmo sendo uma empresa eminentemente exportadora (e, lá fora, a situação está realmente mais feia), a empresa diminuiu em apenas 10% a previsão de entregas neste ano (de 270 para 242 aeronaves) com uma queda de receita prevista em 13% (de 6,3 para 5,5 bilhões de dólares) - dados do Valor Online e da Folha Online. A empresa fechou o ano com uma carteira de pedidos firmes de 20,9 bilhões de dólares, tendo entregue 204 aviões em 2008. Ou seja, não tinha como encontrar outra possibilidade para manter os trabalhadores?

“A Embraer expressa seu profundo respeito às pessoas que ora deixam suas posições na Empresa. Respeito pelo trabalho que desenvolveram, pelo tempo de convívio profissional e pessoal, pelo momento difícil que atravessam.” Eu adoro esses trechos de notas que tentam dourar a pílula. “Deixar posições”? Como diria o articulista José Simão, tucanaram o “pé na bunda”! Se era para ter dito isso, melhor não dizer nada.

Este momento de crise econômica global é uma ótima justificativa para acertar o custo trabalho em muitas empresas que avançaram tecnologicamente e, agora, querem dispensar mão-de-obra. Presidentes e CEOs (ou assessorias de imprensa, no caso dos mais envergonhados) vêm a público dizer que isso vai garantir a manutenção da “competitividade” nos negócios (e consequentemente, lucro). Não falam, contudo, que isso ocorrerá em detrimento à qualidade de vida dos trabalhadores que tornaram a capitalização possível.

Neste momento, os balanços econômicos de muitas grandes empresas mostram que não há necessidade real de se aplicar um remédio tão amargo, uma vez que várias delas ganharam muito nos últimos tempos. Mesmo assim, tentam mostrar a necessidade de um remédio amargo. Chegou-se a discutir no Congresso Nacional - como ocorre na Europa - redução de jornada, com manutenção de salário, mas a proposta causa arrepios em muitos empresários, porque vai mexer com esse ganho de produtividade.

O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos diz que a Embraer teve acesso a 7 bilhões de dólares de financiamento do BNDES (dinheiro público, meu, seu, nosso, dos trabalhadores em geral) desde que foi privatizada em 1994. O que só aumenta a necessidade de debater e implementar contrapartidas à concessão de crédito público que garantam manutenção de empregos.

Governo, sindicatos e trabalhadores devem ficar atentos. Há empresas que passarão por sérias dificuldades e para garantir empregos negociações serão necessárias, dentro é claro de marcos legais. Mas, olhando a experiência de outras crise, é possível prever que parte dessas reduções tendem a se cristalizar quando a tempestade passar, aumentando o subemprego e mantendo os ganhos empresariais intocados.

11 Dezembro 2008

Corrupão

É público e notório que a corrupção consome os recursos da união, gessando o seu desenvolvimento e disseminando a pobreza e, por conseguinte, a violência. O Brasil atualmente ocupa a modesta 72ª colocação na lista anual do índice de percepção da corrupção, que inclui 180 países, feita pela ONG Transparência Internacional (TI). Os 10 países “limpos” são Dinamarca, Finlândia e Nova Zelândia, seguidos por Cingapura, Suécia, Islândia, Holanda, Suíça, Canadá e Noruega.
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Corrupção; essa é a palavra de ordem no Brasil. Mensalão, contas em paraísos fiscais, cartões corporativos, “sanguessugas”, superfaturamentos, corporativismo, dinheiro na cueca, caça níqueis, compra de votos, mentiras, etc. Estes são termos que infelizmente já se incorporaram às rotinas da política brasileira. Todos os dias nos deparamos com novos escândalos, que sempre se superam, nos deixando profundamente indignados e com um sensação imensa de impotência. Contudo, não podemos nos calar, tampouco ficar de braços cruzados. Se o desânimo nos contaminou e não nos permite vislumbrar a oportunidade de viver em uma nação limpa e livre das doenças endógenas que maculam a nossa honra e dignidade, procuremos, pois, encontrar forças para pelo menos possibilitar a geração de nossos filhos e netos viverem dias diferentes dos nossos. Vamos reagir, deixando de lado a preguiça, o desdém, o egoísmo e a falta de solidariedade cidadã.
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A construção de uma nação é feita pelo seu povo, com suor e lágrimas. Por isso, convoco-os para esse grande desafio no sentido de promover a primeira e mais importante reforma que precisa ser feita para possibilitar um futuro diferente e melhor para o nosso Brasil.A ONG Pró-Cidadania, constituída em 15 de novembro de 2007, em Belo Horizonte, por um grupo de cidadãos indignados com essa situação, está levantando a bandeira dessa reforma e apresentando um anteprojeto para ser amplamente discutido com a sociedade brasileira e apresentada ao Congresso Nacional através de projeto de lei de iniciativa do povo brasileiro.Somos 186 milhões de brasileiros. Não podemos ficar passivos a tudo isso e nos curvar diante desses políticos inescrupulosos e oportunistas. Não temos dúvidas que, juntos, podemos e devemos mudar este país.


É público e notório que a corrupção consome os recursos da união, gessando o seu desenvolvimento e disseminando a pobreza e, por conseguinte, a violência. O Brasil atualmente ocupa a modesta 72ª colocação na lista anual do índice de percepção da corrupção, que inclui 180 países, feita pela ONG Transparência Internacional (TI). Os 10 países “limpos” são Dinamarca, Finlândia e Nova Zelândia, seguidos por Cingapura, Suécia, Islândia, Holanda, Suíça, Canadá e Noruega.
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Corrupção; essa é a palavra de ordem no Brasil. Mensalão, contas em paraísos fiscais, cartões corporativos, “sanguessugas”, superfaturamentos, corporativismo, dinheiro na cueca, caça níqueis, compra de votos, mentiras, etc. Estes são termos que infelizmente já se incorporaram às rotinas da política brasileira. Todos os dias nos deparamos com novos escândalos, que sempre se superam, nos deixando profundamente indignados e com um sensação imensa de impotência. Contudo, não podemos nos calar, tampouco ficar de braços cruzados. Se o desânimo nos contaminou e não nos permite vislumbrar a oportunidade de viver em uma nação limpa e livre das doenças endógenas que maculam a nossa honra e dignidade, procuremos, pois, encontrar forças para pelo menos possibilitar a geração de nossos filhos e netos viverem dias diferentes dos nossos. Vamos reagir, deixando de lado a preguiça, o desdém, o egoísmo e a falta de solidariedade cidadã.
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A construção de uma nação é feita pelo seu povo, com suor e lágrimas. Não podemos ficar passivos a tudo isso e nos curvar diante desses políticos inescrupulosos e oportunistas. Não temos dúvidas que, juntos, podemos e devemos mudar este país.

22 Novembro 2008

O CASAMENTO

O ritual do casamento na igreja é muito bonito, com seus vestidos brancos e tapetes vermelhos, no entanto, acredito que o sermão do padre poderia ser mais completo, mais adequado à realidade, veja:

‘Promete ser fiel na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, amando-lhe e respeitando-lhe até que a morte os separe?’
Acho simplista e pouco fora da realidade. Dou aqui novas sugestões de sermões:

‘Promete não deixar a paixão fazer de você uma pessoa controladora, e sim respeitar a individualidade do seu/sua amado(a), lembrando sempre que ele/ela não pertence a você e que está ao lado por livre e espontânea vontade?

Promete ser amigo(a) e ser amante, sabendo exatamente quando devem entrar em cena, um e outra, sem que isso lhe transforme numa pessoa de dupla identidade ou uma pessoa menos romântica?

Promete fazer da passagem dos anos uma via de amadurecimento e não uma via de cobranças por sonhos idealizados que não chegaram a se concretizar?

Promete sentir prazer de estar com a pessoa que você escolheu e ser feliz ao lado dela pelo simples fato de ela set a pessoa que melhor conhece você e, portanto, a mais bem preparada para lhe ajudar, assim como você a ela?

Promete se deixar conhecer?

Promete que seguirá sendo uma pessoa gentil, carinhosa e educada, que não usará a rotina como desculpa para sua falta de humor?

Promete que fará sexo sem pudores, que fará filhos por amor e por vontade, e não porque é o que esperam de você, e que os educará para serem independentes e bem informados sobre a realidade que os aguarda?

Promete que não falará mal da pessoa com quem casou só para arrancar risadas dos outros?

Promete que a palavra liberdade seguirá tendo a mesma importância que sempre teve na sua vida, que você saberá responsabilizar-se por si mesmo, sem ficar escravizado pelo(a) outro(a) e que saberá lidar com sua própria solidão, que casamento algum elimina?
Sendo assim, declaro-os marido e mulher de verdade.”

De Mário Quintana.
Liege e Helio

24 Maio 2008

Nepotismo – a ferida aberta

A sociedade em geral se posiciona contra o nepotismo, prática que se entende pelo uso da máquina pública em proveito próprio ou para favorecer a parentes e amigos que direta ou indiretamente possam usufruir vantagens à custa dos cofres públicos e que os agentes políticos representantes do povo se permitem a conceder enquanto no exercício do poder.

O nepotismo é a quebra do princípio da impessoalidade haja vista que na maioria das vezes sobrepõe o interesse particular ao interesse público especialmente no que tange a contratações de servidores para os chamados cargos de confiança e/ou em comissão, os quais somente deveriam ser ocupados para atribuições de direção, chefia e assessoramento. Não é o que ocorre aqui, ali e lá, isto é, o descumprimento constitucional se dá em todas as esferas.

No Brasil, desde priscas eras, os governantes têm a habitualidade de agirem em causa própria nomeando parentes e amigos para o serviço público. Ninguém é contra que os parentes de agentes políticos ingressem no serviço público, todavia, para chegar a isso poderiam buscar o concurso onde todos competem em pé de igualdade e pelo esforço pessoal.

Um outro viés do nepotismo é o do agente político que abusa do poder concedido pelo povo e passa a decidir em causa própria, soterrando a lei, a ética e a moralidade pública quer seja pela ação exagerada de assessores a sua volta, quer por decisões que favoreçam os grupos de apoio pessoal.

A sociedade como um todo deve estar atenta a essa ferida ainda aberta na democracia brasileira e que atinge os poderes executivo e legislativo em especial abrindo espaço para a criação de verdadeiros feudos políticos nem sempre interessados na questão pública mas em uma permanência “ad infinita” no poder. A exigência de uma postura firme e contrária ao nepotismo pela sociedade é uma ação cívica que deveria ser praticada até que a mazela fosse eliminada.

E-mail: sandra.silva@brturbo.com.br

09 Maio 2008

“Papa-Corrupto” o jardineiro da Política.

O ser humano sem sonho não existe. Sonhar não custa nada, não se paga para sonhar e é bom sonhar, sonhar grande, sonhar belo, sonhar por justiça, por fraternidade, por solidariedade...

Meu sonho é a Política, com “P” maiúsculo. Sei que a Política é ciência, arte e um poderoso instrumento para promover o bem-estar social e a felicidade da população. Porém, é difícil fazer política, na medida em que a desonestidade, a infidelidade, a traição, a corrupção viraram moda, uma moda ruim, doentia, alimentada pelos falsos políticos. Como superar tudo isto? Afinal, estamos trabalhando com seres humanos e conta o dito popular: Quer conhecer um homem? Dê poder e dinheiro a ele; só assim ele mostra a sua verdadeira cara. Quando ele manda é democracia, quando outro manda é ditadura. Faça o que eu digo, não faça o que faço. Seus protegidos são inocentes e competentes, os alheios são duvidosos. Véspera de eleição é tempo de agradar eleitor, o resto do tempo é para engordar a conta bancaria.

Ser de direita ou de esquerda, tanto faz, desde que ele chegue aos seus objetivos. Com esta pratica, a corrupção tornou-se um dos grandes males que afetam a sociedade brasileira, especialmente a administração pública. Nossa história mostra que as práticas ilícitas do desvio de recursos, do favorecimento de amigos e parentes e da troca de favores têm nos condenado a um estado de subdesenvolvimento crônico.

Tão grave quanto a própria corrupção é a aceitação complacente dos comportamentos anti-éticos que são traduzidos em ditos populares como “rouba, mas faz”. O bom uso da máquina pública não deve ser vista como uma cortesia, mas como uma obrigação do governante eleito. Viver em sociedade significa pensar no coletivo acima de seus próprios interesses. Se o cidadão paga imposto e aceita a legislação vigente em nome do bem-estar social, é imprescindível que o administrador público também o faça. O descrédito das instituições, a indiferença dos cidadãos pela política e o desinteresse pelas eleições revelam a angustia dos indivíduos e da sociedade.
Certamente, a corrupção é um dos grandes males que afetam a sociedade brasileira, especialmente a administração pública.

Nossa história mostra que as práticas ilícitas do desvio de recursos, do favorecimento de amigos e parentes e da troca de favores têm nos condenado a um estado de subdesenvolvimento crônico. Tão grave quanto a própria corrupção é a naturalização dos comportamentos anti-éticos que são traduzidos em ditos populares como “rouba, mas faz”.
O bom uso da máquina pública não deve ser vista como uma cortesia, mas como uma obrigação do governante eleito.

Viver em sociedade significa pensar no coletivo acima de seus próprios interesses. Se o cidadão paga imposto e aceita a legislação vigente em nome do bem-estar social, é imprescindível que o administrador público também o faça. O descrédito das instituições, a indiferença dos cidadãos pela política e o desinteresse pelas eleições revelam o deterioramento do convívio social. A nossa luta de combate a corrupção nasceu da constatação de que não adianta implementar projetos de desenvolvimento humano antes de neutralizar as ações daqueles que dedicam ao desvio do dinheiro público.

Acreditamos que ao enfrentar a corrupção, criamos meios para amenizar a carência crônica de verbas que afeta milhares de municípios brasileiros. Além disso, a administração ética dos recursos públicos melhora a qualidade dos serviços básicos oferecidos a população, equilibra a circulação de recursos e possibilita a geração de novos empregos.

Hélio Silva é SOCIOLÓGO e Cientista Social
Presidente do Instituto Sociológico de Mato Grosso
E-mail: cacacorrupto@gmail.com

07 Fevereiro 2008

O lixo dos Políticos

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O Prefeito Wilson Santos vai aumentar a taxa do LIXO em 2008. Talvés por causa da sua importância. Sim, o lixo também tem seu papel importante, pode ser reciclado e ainda ser transformado em várias utilidades, porém não percamos tempo com o lixo dos pobres mortais como nós, vamos ao lixo dos políticos que estão até colocando cadeado nas suas lixeiras. O que estará oculto por trás do lixo dos políticos? Imaginemos as revelações que poderão surgir quando revirado o lixo dos políticos:

No Lixo do Walter Rabelo, vários frascos de colírio da marca “lágrimas de crocodilo”, enrolados em papéis velhos e amassados, restos de pesquisa realizada para prefeito de Cuiabá, na qual ele lidera a corrida, com os dizeres em tinta verde-oriva. “quem não chora não mama”.

Já no lixo do Daldegan, estudos sobre um MEGA-PROJETO para o meio-ambiente entitulado: Aprenda a devastar com técnica, eficiência, ousadia e transparência; Moacir queimou; Machado derrubou; e eu farei muito mais....

No lixo do Blairo Maggi, uma coleção completa de palestras em DVDs, rotulada de “como livrar de puxa-sacos inconvenientes e tornar-se Presidente”.

No lixo do Bosaipo, cartas, cartões de todo Mato Grosso felicitando-o, e um e-mail amassado com pedido de desculpas, não deu para ler direito, estava muito amassado mas, identifiquei no canto esquerdo as iniciais MP, que talvés significasse “Meu Patrão”.

No lixo de Sérgio Ricardo, foto tamanho natural junto aos ex-amigos do PPS, assinada com juras de eterna fidelidade. Uma fita de vídeo do rio Cuiabá e no fundo, bem no fundo, uma música que dizia mais ou menos assim “... e o rio Cuiabá continua sujo, alô alô cuiabania aquele abraço... em 2008 vai ter, ôba, ôba e lero lero.

Do outro lado do rio, no Palácio Couto Magalhães, impressionante! Nada encontrei. Nem lixo se produz nessa terra? Porém, procurando cuidadosamente, obtive um material novinho em folha numa lixeirazinha. No entanto, foi o lixo mais tecnológico que encontrei. Lá estavam todos os projetos da cidade e suas obras, organizadas em arquivos 3D zerinho, zerinho, que nem precisou ser usado, quem sabe, talvez na próxima gestão.

Em Brasília, o lixo do Pagot, continha um livro de Nicolau Maquiavel todo grifado, recorte de jornais e revistas do mundo inteiro, com os dizeres: “O DNIT agora tem trator”. “O homem forte MT”. “ Mister PR”. “ Pagozão o príncipe”.

Por fim, a lixeira do Palácio da Alvorada. Não foi fácil, haviam muitos seguranças, mas consegui descobrir que no lixo do Lula, estava tudo triturado por máquinas de última geração. Consegui encontrar um Fax de Lula para o companheiro Chaves, no qual ele pedia que em 2010 desse início a reforma Bolivariana, invadindo o Brasil. Dessa forma, estaria arquitetado o pretexto para que Lula suspendesse as eleições e ainda, reinar por muitos e muitos anos. A revolução e a integração da América latina estaria desta forma devidamente consumada.

Hélio Silva é SOCIOLÓGO e Presidente do Instituto Sociológico de Mato Grosso,

01 Janeiro 2008

A PAZ

Primeiro de janeiro comemoramos o dia mundial da PAZ.
Definir PAZ é muito complexo, porém podemos partir de algumas premissas. A Europa, por exemplo, que teve seu povo massacrado por sucessivas guerras e passou por várias mudanças, aprendeu com sofrimento, democratização e educação, transformar-se na nação do euro que representa união de povos outrora inimigos. Hoje dizem ter PAZ.
No caso dos asiáticos, a existência de uma base fortemente religiosa e apassivadora, que sobrevive a regimes distintos, traz consigo um equilíbrio social e consequentemente uma forma de PAZ.
Os paises árabes que possuem uma complexidade de governos fechados, imperiais ou ditatoriais, e ainda várias religiões extremistas, onde não raramente, governo e religião se misturam, passam por desentendimentos na busca da PAZ.
Já na América Latina, os conflitos são amenizados pela religiosidade do povo que aceita passivamente governos corruptos aflorando ainda mais a desigualdade social e os serviços públicos de baixa qualidade. No entanto, estamos em tempo de PAZ.

Nós, seres humanos, somos sensíveis a mudanças. Quando envolvidos por oportunidades que tragam cobiça e poder, quedamos diante deles e, qualquer que seja a escolha, certamente gerarão desarmonia e cisão.
A princípio, os seres humanos criam teorias adequadas aos seus interesses mais imediatos, afastando-se da realidade que rege a criação. Dessa forma, dividem-se em facções preocupadas tão somente com os objetivos do seu grupo. Nesse caso, comprometem interesses dos outros, assim atiram na lama a tão sonhada paz.
Pois bem, a raiz do conflito está justamente na multiplicidade de escolhas a que somos submetidos. Cada uma dessa escolha nos levará a caminhos diversos que estarão também sujeitos a opiniões variadas. A verdade é que a humanidade avança celeremente sobre o tempo demarcado para a sua evolução.

Porque o ser humano vive de emoções. Um dos grandes vilões que nos deixam estagnados no caminho da PAZ chama-se ódio. O ressentimento que cada um guarda dentro de si é o principal responsável por nossa destruição. Achar que este ou aquele povo possui a verdade absoluta, tentar convencer paises que sua cultura não é a correta, desrespeitar as pessoas impondo seu Deus, são exemplos de atitudes que fragilizam cada vez mais a busca da paz no mundo contemporâneo.
Ao invés da busca pelo verdadeiro saber, o que temos oferecido às novas gerações são, de um lado a indiferença pelo significado espiritual da vida, estimulando-os a superficialidade e todos os tipos de abusos e excessos, através de filmes e leituras recheadas de perversões sexuais e violência. As novas gerações permanecem indolentes, como se não tivesse rumo. Do outro, ensina-se o ódio tomando-se por base as desigualdades econômicas, o militarismo prepotente, o modo de vida considerado pervertido e os antagonismos raciais e religiosos.
Em ambos os casos, falta-se o essencial. Falta-se o ensino da realidade espiritual da vida porque somos apenas passageiros, a terra é quem fica.

Se perguntasse a um marxista, certamente ele diria: socializar os meios de produção.
Um padre, diria: orar e jejuar, sem nada pedir em troca.
Um ambientalista, sem dúvida diria: o dia em que o homem respeitar a natureza, o equilíbrio estará estabelecido entre os povos.
Um pastor diria: somos iguais perante o pai, não havendo distinção entre sexo, raça ou cor, portanto, quando todos estiverem contribuindo com as obras do Senhor, a paz reinara entre os povos, e estaremos salvos.
Um sociólogo, provavelmente dirá: façamos uma mesa redonda com todos os acima citados para apontar um indício a ser perseguido.....
Pois bem, não existe uma receita de PAZ. Existe sim, um consenso geral no sentido de que vivenciar a PAZ é bem melhor que convier em conflito.


Hélio Silva é Presidente do Instituto Sociológico de Mato Grosso

14 Dezembro 2007

PARA REFLETIR

Em 1925, Gandhi, que lutou pacificamente pela independência da Ìndia em relação ao império britânico, elencou os sete pecados sociais:
1. Política sem principio;
2. Riqueza sem trabalho;
3. Prazer sem consciência,
4. Conhecimento sem caráter;
5. Comércio sem moralidade;
6. Ciência sem humanidade;
7. Devoção sem sacrifício.
É preciso identificar as causas que torna sua vida financeira um inferno. E lembrar de uma frase que define o que é Status: “Status é você comprar aquilo que você não precisa, com o dinheiro que você não tem, para mostrar às pessoas que você não conhece, aquilo que você não é”.

12 Dezembro 2007

Zé Ramalho

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo

Um país que crianças elimina
Que não ouve o clamor dos esquecidos
Onde nunca os humildes são ouvidos
E uma elite sem deus é quem domina
Que permite um estupro em cada esquina
E a certeza da dúvida infeliz
Onde quem tem razão baixa a cerviz
E massacram - se o negro e a mulher
Pode ser o país de quem quiser
Mas não é, com certeza, o meu país

Um país onde as leis são descartáveis
Por ausência de códigos corretos
Com quarenta milhões de analfabetos
E maior multidão de miseráveis
Um país onde os homens confiáveis
Não têm voz, não têm vez, nem diretriz
Mas corruptos têm voz e vez e bis
E o respaldo de estímulo incomum
Pode ser o país de qualquer um
Mas não é com certeza o meu país

Um país que perdeu a identidade
Sepultou o idioma português
Aprendeu a falar pornofonês
Aderindo à global vulgaridade
Um país que não tem capacidade
De saber o que pensa e o que diz
Que não pode esconder a cicatriz
De um povo de bem que vive mal
Pode ser o país do carnaval
Mas não é com certeza o meu país

Um país que seus índios discrimina
E as ciências e as artes não respeita
Um país que ainda morre de maleita
Por atraso geral da medicina
Um país onde escola não ensina
E hospital não dispõe de raio - x
Onde a gente dos morros é feliz
Se tem água de chuva e luz do sol
Pode ser o país do futebol
Mas não é com certeza o meu país

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo

Um país que é doente e não se cura
Quer ficar sempre no terceiro mundo
Que do poço fatal chegou ao fundo
Sem saber emergir da noite escura
Um país que engoliu a compostura
Atendendo a políticos sutis
Que dividem o brasil em mil brasis
Pra melhor assaltar de ponta a ponta
Pode ser o país do faz-de-conta
Mas não é com certeza o meu país

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo

28 Agosto 2007

ISMA Opinião

Desde sua fundação, em 2003, o ISMA Opinião tem correspondido às expectativas e necessidades da nossa sociedade, ao cumprir sua missão de investigar e retratar as atitudes e opiniões dos brasileiros, permitindo que a população se reconheça e debata seus próprios caminhos.

Uma das especialidades do ISMA Opinião é pesquisar o processo eleitoral mato-grossense, seja para mostrar ao público a evolução das preferências do eleitorado a cada campanha, tornando mais transparente o processo eleitoral, seja suprindo o marketing político, utilizando técnicas modernas e sofisticadas, com informações de alto valor estratégico.


Apesar da maior visibilidade dos indicadores eleitorais, o ISMA Opinião também investiga uma grande diversidade de temas sociais, políticos e governamentais, têm à disposição informações valiosas para minimizar os riscos de suas tomadas de decisão e para avaliação de suas ações.


A equipe, composta por sociólogos, estatísticos, profissionais de marketing e comunicação, está plenamente capacitada para responder a qualquer necessidade de informação, da mais simples à mais complexa. A qualidade e confiabilidade da coleta de dados é garantida por uma equipe permanente de campo.

Contatos do ISMA Opinião, E-mail: ismamt@hotmail.com - ou pelo telefone (65) 8425-7096

27 Junho 2007

O que é pesquisa de opinião pública?


As pesquisas de opinião fazem parte do cotidiano da população e têm uma grande visibilidade na mídia. É muito comum abrir jornais e revistas e encontrar levantamentos sobre o que pensam as pessoas a respeito dos mais diversos temas, como, por exemplo, pesquisas de intenção eleitoral ou sobre a expectativa em relação ao futuro do País. Geralmente, as pesquisas de opinião são feitas por amostragem. Ou seja, para saber a opinião dos moradores de uma cidade sobre um determinado assunto, não se entrevistam todos eles. Por meio de técnicas estatísticas, um grupo representativo de todos os habitantes do município é selecionado e entrevistado. A opinião deste grupo tende a refletir o que toda a comunidade pensa.

Para as pesquisas de opinião utilizamos metodologia:
Pesquisas qualitativas

A pesquisa de opinião tem como objetivo investigar e retratar as atitudes e opiniões dos indivíduos, possibilitando à sociedade conhecer com precisão as tendências e posições dos diferentes segmentos sociais.

O ISMA Pesquisa, visando minimizar os riscos e auxiliar as tomadas de decisões nas áreas sociais, governamentais e políticas, coloca à disposição sua equipe de especialistas para elaboração de projetos para avaliação de campanhas eleitorais, administrações públicas, organizações não governamentais, entidades de classe, e pesquisas de opinião em geral.

Para as pesquisas de opinião utilizamos metodologia:
Discussão em Grupo
As Discussões em Grupo(Focus Group), são realizadas em 2 salas de reuniões, uma com acomodação para 8 a 10 pessoas e outra conjugada e equipada com espelho “one way” ou com circuito de TV, para permitir o acompanhamento das reuniões pelos profissionais auxiliares e pelo cliente.As reuniões são conduzidas por um moderador orientado por um roteiro previamente definido, e para facilitar a análise todas as sessões são gravadas em áudio e vídeo.

Entrevista em Profundidade
A pesquisa individual em profundidade é realizada pessoalmente por um entrevistador com habilidade para extrair do entrevistado suas idéias, opiniões e argumentações que sustentem suas declarações.
Para este tipo de pesquisa o entrevistador utiliza um roteiro que permite investigar o assunto de maneira livre, e possibilita o aprofundamento dos temas previamente determinados e dos temas identificados no desenrolar da entrevista.
Para este tipo de pesquisa sugere-se a realização de 10 a 15 entrevistas por segmento de interesse.

Pesquisa qualitativa
Permite mensurar opiniões, reações, sensações, hábitos e atitudes, através de uma amostra que represente a população de forma estatisticamente comprovada.
O instrumento utilizado para coleta de dados no método quantitativo é o questionário estruturado com questões fechadas (lista de respostas pré-codificadas) ou questionário semi-estruturado com perguntas fechadas e abertas.
Disponibilizamos aos nossos clientes as seguintes técnicas:

Entrevistas Pessoais
Entrevistas realizadas pessoalmente junto ao entrevistado. Este tipo de entrevistas são realizadas no local de trabalho do entrevistado, em sua residência, em pontos de gr
ande fluxo pessoas ou em “Central Location”.

Entrevista pó Telefone
Entrevistas realizadas via telefone, utilizando-se questionário eletrônico formatado para receber as informações diretamente no sistema de processamento.

Entrevista pó Internet
É uma técnica bastante utilizada atualmente por proporcionar agilidade na coleta e no processamento dos dados, embora esteja restrita a usuários de Internet

26 Abril 2007

Os sete gêneros de consumidores


Estudo da Young & Rubicam mostra que os brasileiros oscilam entre a segurança da família e a busca de statusPor Carlos Sambrana
Você já parou para pensar por que compra um produto? Quais são as características que fazem a diferença na hora de pôr a mão no bolso? Quem compra o quê? A agência de publicidade Young & Rubicam tem as respostas. Ela preparou um estudo exclusivo à DINHEIRO em que esmiuça os principais grupos de consumidores brasileiros e sua postura diante das prateleiras. É uma pesquisa que faz parte do BrandAsset Valuator, ou BAV, estudo mundial, realizado de dois em dois anos, com 350 mil entrevistados, ao custo de US$ 45 milhões. Ali, observa-se não apenas os dados demográficos como também o comportamento dos cidadãos em cada país, além da imagem de mais de 19 mil marcas. É excelente ferramenta para a elaboração de campanhas publicitárias. “Ajuda a conhecer os pontos fortes e fracos das marcas”, diz Cesar Ortis, diretor de planejamento da Young & Rubicam. Ajuda, também, a entender como funciona a mente das pessoas.


São sete tipos de consumidores: os integrados, os exploradores, os resignados, os emuladores, os transformadores, os vencedores e os inconformados (leia os quadros ao longo da reportagem). Cada grupo tem uma particularidade. Um compra para aparecer, outro por segurança. Há quem busque novidade e outros, produtos ecológicos. O que faz uma pessoa pertencer a determinado gênero varia de acordo com as idades e com o estágio profissional. Há, contudo, uma mobilidade muito grande. Ou seja, um explorador, acostumado a esportes radicais e novidades quando jovem, pode se transformar em um integrado, consumidor que na maturidade busca a segurança da família. Mas isso, é bom salientar, nem sempre é regra. “Há idosos que também se encaixam entre os exploradores”, diz Ortis. O que importa é desvendar como eles agem. Trata-se de uma informação crucial para decisões estratégicas das empresas. Serve, por exemplo, às operadoras de telefonia celular, peças de um mercado pulverizado, em que todos oferecem o mesmo serviço. A diferença está no estilo de vida. “É um modo eficiente de atingir o consumidor da maneira precisa”, diz Mário René Schweriner, coordenador do Curso de pós-graduação em Ciências do Consumo Aplicadas da Escola Superior de Propaganda e Marketing (SP). “O comportamento transcende as estatísticas”.

EXPLORADORES
Vivem intensamente e adoram praticar esportes de aventura. O objetivo é buscar novas experiências e sensações. São, quase sempre, os primeiros a aceitar as evoluções tecnológicas e comprar produtos inovadores. Esse grupo é conhecido por criar as tendências.
Idade: 18 a 24 anos
Porcentagem da população: 10%
Classe social predominante: B e D
O que procuram: descobertas e desafios
Quem são: músicos, hoteleiros, diplomatas e artistas
Marcas apreciadas: Google, Yahoo!, Harley Davidson, WWF, Flash Power e Marathon.


RESIGNADOS
Seguem os dogmas religiosamente. Não fazem nada do que fuja às regras, respeitam as instituições e tentam passar isso para a família. Para essas pessoas, a compra está intimamente ligada à segurança e preço adequado.
Idade: 18 a 39 anos
Porcentagem da população: 6%
Classe social predominante: C e D
O que procuram: viver de acordo com as regras
Quem são: operários e aposentados
Marcas apreciadas: Leite de Rosas, Fininvest, Nova Schin, Novelas do SBT, Phebo e Soya

INTEGRADOS
A preocupação com família é a principal característica desse grupo. Por isso, nunca tomam decisões individuais, sempre coletivas. Os bens de consumo mais procurados por eles são aqueles de marcas tradicionais. Ou seja, não arriscam novidades. São maioria na sociedade.
Idade: 40 a 64 anos
Porcentagem da população: 26%
Classe social predominante: C
O que procuram: segurança
Quem são: funcionários públicos, bancários e donas de casa
Marcas apreciadas: Maizena, Brastemp, Nestlé, Coca Cola, Novalgina e Bonzo

TRANSFORMADORES
São pessoas que visam mudar o mundo trabalhando em projetos sociais ou organizando protestos. Os consumidores desse gênero são os menos materialistas, vistos como intelectuais e buscam comprar produtos que sejam política e ecologicamente corretos.
Idade: 18 a 24 anos
Porcentagem da população: 9%
Classe social predominante: A e B
O que procuram: um mundo melhor
Quem são: acadêmicos, escritores e assistentes sociais
Marcas apreciadas: Greenpeace, MTV, Projeto Tamar, Corpus, Nutry e Danone Activia

VENCEDORES
O nome já diz tudo. Essa turma tem como objetivo vencer na profissão. São aplicados, concentrados e organizados. Gostam de viajar, ir a festas e praticar esportes competitivos. Quando o assunto é compra, procuram prestígio e, acima de tudo, qualidade.
Idade: 25 a 29 anos
Porcentagem da população: 19%
Classe social predominante: A, B e C
O que procuram: luxo e status
Quem são: empresários e executivos
Marcas apreciadas: Land Rover, Chivas Regal, Unilever, Perrier, Jaguar e Christian Dior

EMULADORES
Tidos como superficiais, materialistas e esnobes. Esses são alguns dos adjetivos usados para defini-los. Para essa camada da população, a embalagem é mais importante do que o conteúdo. Por isso, compram tudo o que está na moda, aparece na mídia e reflete status.
Idade: 18 a 34 anos
Porcentagem da população: 25%
Classe social predominante: A e D
O que procuram: aparência e status
Quem são: os “alpinistas sociais” e “novos ricos”
Marcas apreciadas: Giorgio Armani, Malboro, Sony, Ferrari, Moët Chandon e Smirnoff Ice

INCONFORMADOS
É o típico grupo formado por pessoas insatisfeitas e que esperam que as oportunidades caiam do céu. Permanecem em casa assistindo televisão, se alimentam basicamente de fast food e fazem poucos planos para o futuro. A compra está relacionada ao preço e a uma gratificação instantânea.
Idade: 18 a 29 anos
Porcentagem da população: 6%
Classe social predominante: C e D
O que procuram: esperam pela sorte
Quem são: desempregados ou pessoas com empregos temporários
Marcas apreciadas: Velho Barreiro, Lojas Riachuelo, Mirabel, Brahma, Fritex e Panco

19 Abril 2007

O CIENTISTA


Ciência é feita por pessoas. Pessoas dedicadas e corajosas. Pessoas que encaram os desafios do desconhecido. Buscam soluções. Utilizam seu conhecimento, adquirido com esforço de muitos anos de trabalho e estudo, para descobrir novas coisas, novos caminhos. Tudo em prol do bem estar comum, da sobrevivência da raça humana neste planeta. Trabalham na essência da frase: “Só aqueles que se arriscam a ir mais longe saberão até aonde podem chegar!”. São heróis anônimos, escondidos por pilhas de papéis, experimentos e falta de interesse da mídia por boas notícias.
Verdadeiros cientistas são aqueles que fazem exatamente isso. Não criticam. Fazem a sua parte. Costumam ser tímidos. Concentrados no seu trabalho. Acreditam no que fazem. Fazem com competência. Reconhecem a importância não só da sua contribuição, mas têm também a ética de respeitar o trabalho e dedicação de outras pessoas e companheiros de profissão.

Muitas vezes, além do trabalho de pesquisa, também ensinam. São professores. Aqueles indivíduos tão importantes na vida de todos nós. Quem não se lembra de um professor na vida? Professores são responsáveis pelos nossos jovens, pelo nosso futuro. Todos nós somos professores, em certo sentido. Mas eles é que estão, dia após dia, dando o melhor de si para formar as novas gerações. Apesar de tudo. Apesar do quase “descaso” das autoridades pela atividade do magistério, tão essencial para o desenvolvimento do País.

16 Março 2007

HISTÓRIA DE CUIABÁ






Muito diferente dos idos anos de 1719, quando Pascoal Moreira Cabral desbravava os rios e matas, e quando o ouro era produto que mais facilmente se obtinha, Cuiabá hoje é uma metrópole que completa 287 anos de transformação, numa verdadeira metamorfose que atingiu toda e qualquer peça da chamada Capital Verde de Mato Grosso.




Fundada em 8 de abril de 1719 pelos bandeirantes Pascoal Moreira Cabral e Miguel Sutil, às margens do córrego da Prainha, devido a descoberta de ouro, mais tarde denominadas “Lavras do Sutil”, a maior fonte de ouro que se teria achado no Brasil até então, Cuiabá só foi elevada a cidade em 17 de setembro de 1818, através de carta régia assinada por D. João VI. Só em agosto de 1835 se tornou Capital da província com a Lei nº 19, assinada por Antonio Pedro de Alencastro, à época, com cerca de 7 mil habitantes. Foi em 1909 que Cuiabá teve seu reconhecimento como Centro Geodésico da América do Sul. Em meados do Século XIX, já estando unidas a parte principal e a portuária da cidade, a população já atingia quase 10 mil habitantes.
Na segunda metade do século XIX, com o fim da Guerra do Paraguai e a livre negociação, a cidade ganha força com obras de infra-estrutura e equipamentos urbanos. Como polo avançado no interior brasileiro, centraliza uma região que passa a ter expressiva produção agroindustrial acuçareira e intensa produção extrativa, em especial de poaia e de seringa.
No século XX, a ligação rodoviária com São Paulo e Goiás e a aviação comercial, a partir de 1940, trouxeram o desenvolvimento da Capital. O grande marco de crescimento, no entanto, têm início na década de 70, quando o Governo Federal inicia um programa de povoamento do interior do País, oferecendo vantagens para os interessados. Em cinco anos, de 1970 a 1975, a população passou de 83 mil para 127 mil pessoas. Hoje, de acordo com o censo do IBGE, publicado em 2004, a Capital de Mato Grosso tem 524 mil habitantes.
Localizada a uma altitude de 165 metros, a Capital possui uma área de 3.984,9 km2, com um clima tropical umido no verão (dezembro a fevereiro) e seco no inverno (junho a agosto). A temperatura máxima, nos dias mais quentes, fica em torno de 45ºC. A mínima varia entre 12 e 14ºC. O município divide águas das Bacias Amazônica e Platina. Entre os principais rios dessas redes hidrográficas estão o Cuiabá e o das Mortes.
O rio Cuiabá, que corta a cidade, divide dois municípios: Cuiabá e Várzea Grande. A Capital mato-grossense limita-se ao Norte com Rosário Oeste, a Noroeste com Acorizal, a Sodoeste com Várzea Grande, ao Sul com Santo Antonio do Leverger, a Leste com Campo Verde e a Noroeste com Chapada dos Guimarães. A economia da Capital hoje está centralizada no comércio e na indústria. No comércio, a representatividade é varejista, constituída por casas de gêneros alimentícios, vestuário, eletrodomésticos, de objetos e artigos diversos. O setor industrial é representado, basicamente, pela agroindústria, com um distrito industrial que dispõe de infra-estrutura necessária, a Capital vem atraindo empresários de várias regiões do País.Com 286 anos, Cuiabá se prepara para viver outro grande surto de crescimento, com a implantação de vários mega-projetos, entre eles, a ligação ferroviária com o Porto de Santos, a conclusão e pavimentação da rodovia Cuiabá-Santarém, a BR-163, a saída rodoviária para o Oceano Pacífico, a hidrovia do Paraguai, a Usina de Manso, a Termoelétrica e o Gasoduto.

15 Janeiro 2007

O que é o Skype?

É um programa criado pelo mesmo cara que criou o Kazaa - O Skype é baseado em P2P e instantânea, como o ICQ.
é um comunicador através da voz, principalmente, tendo também as suas funções de mensagem
Primeiramente foi desenvolvido na idéia de comunicar as pessoas que possuíam o programa (como um ICQ) mas visando o uso da voz. Era como um telefone no PC: você deixava lá online e recebe uma "ligação" de alguém da sua lista ou que tenha achado você.

Depois veio a idéia de realizar ligações para telefones fixos. Aí sim virou o verdadeiro telefone, realizando ligações para qualquer aparelho, tanto móvel como fixo em qualquer lugar do mundo. Esse serviço de chamadas telefônicas convencionais pelo programa é o SkypeOut.

O SkypeOut foi o segundo serviço extra lançado pelo Skype. Agora lançaram o SkypeIn (não disponível no Brasil ainda) que é a compra de um número de telefone no Skype: você cria um número lá e as pessoas podem te ligar de telefones comuns para o seu Skype e você atende a chamada no PC. E também foi lançado o SkypeVoicemail, em que você paga por uma caixa postal de mensagens de voz, como do telefone normal mesmo. Este serviço custa € 5,00 (por três meses) ou € 15,00 (12 meses).

Está muito em alta agora utilizar o Skype interagindo com o telefone normal: é ligado no PC pela porta USB um adaptador onde você liga nele a linha telefonica e um aparelho de telefone, podendo alternar entre fazer ligações via Skype (discando a partir do teclado do proprio telefone) ou fazer ligações pela linha telefonica normal. Alguns adaptadores permitem até mesmo que o telefone toque quando uma ligação estiver sendo recebida a partir do Skype. Pesquise no "Mercado Livre" por "Voip" e veja as várias opções disponíveis.
2º: Quanta custa?


Para usar a sua função básica, que são as ligações de Skype para Skype, ou seja, PC para PC, não custa nada. Para baixar o programa gratuitamente acesse www.skype.com.
Mas para ligar do Skype para um telefone fixo ou móvel paga-se uma tarifa por minuto apenas, em que você compra créditos e vai usando-os de acordo com as ligações que fizer, como num celular pré-pago.


O que é levado em conta no Skype é destino da ligação apenas e nada tem a ver da onde você está ligando, por exemplo uma ligação para o Brasil que tem sempre o mesmo valor para o mundo todo, não interessando de onde ela vem: se da China ou de dentro do Brasil mesmo, é sempre o mesmo preço.

Para alguns países e modalidades de chamadas específicas existe a chamada "Taxa Global" - que vale € 0,017 = R$ 0,06 (seis centavos de real) - ela é muito mais baixa em relação a taxa aplicada para as ligações para o Brasil e as outras fora desse padrão - infelizmente nenhuma localidade do Brasil entrou para essa lista, pelo menos por enquanto. Esse valor menor e universal existe para os destinos mais 'telefonados' pelos usuários do SkypeOut. Então é torcer para o Brasil entrar para esse ranking em alguma modalidade para ficar ainda mais compensador. Podemos acelerar esse processo tornando o Skype popular aqui no Brasil. Geralmente não é para todos os destinos de um país que existe a taxa global e sim para algumas das mais importantes cidades que são realmente os destinos mais freqüentes das ligações realizadas.

Veja abaixo as diferentes tarifas existentes para as ligações de destino no Brasil:
OBS: os valores tratados no Skype são em Euro e são facilmente convertido para o dólar no site do Skype. Neste tópico foram levadas em conta as seguintes cotações:
€ 1,00 Euro = US$ 1,34 = R$ 2,74


-----------------------------------------------------------------TELEFONE FIXO:- Qualquer localidade (exceto as cidades de São Pauloe Rio de Janeiro) -> € 0,044 = US$ 0,059 = R$ 0,16 (desseis centavos de real)- Cidade de São Paulo -> € 0,021 = US$ 0,028 = R$ 0,07 (sete centavos de real)- Cidade do Rio de Janeiro -> € 0,027 = US$ 0,036 = R$ 0,09 (nove centavos de real)
TELEFONE CELULAR:- Qualquer localidade -> € 0,173 = US$ 0,232 = R$ 0,63 (sessenta e três centavos de real)------------------------------------------------------------------


Veja a tabela com os destinos sob taxa global de R$ 0,06, clique aqui. Verifique a todos os destinos do mundo e suas taxas clicando aqui. Nesta última tabela, o importante para nós são os valores da primeira coluna, pois na segunda são indicados os valores juntamente com a taxa que é incluída para a União Européia: seria o ICMS deles, o chamado VAT... desse, estamos livres!
3º: Porque usar o SkypeOut para telefonar? E a qualidade?
Porque além de muito mais barato, vamos todos juntos acabar com o esquema de roubalheira que é o sistema telefônico no país.


É importante notar que o Skype só compensa ser usado para alguns tipos de ligação, como as interurbanas (DDD) para telefones fixos e móveis e as internacionais (considerando os horários mais caros de tarifação).

Observe a tabela de tarifas do site da Telefônica (já com os impostos cobrados somados aos valores), clique aqui. É importante verificar a tabela com os impostos cobrados somados porque é o que interessa. A maior parte dos valores cobrados por todas as empresas de telefonia nos horários mais caros são compensados pelo Skype. Outra vantagem do SkypeOut é que não existe diferença de valores em função do horário da ligação - elas tem o mesmo preço para qualquer hora do dia.

A qualidade das chamadas de Skype para Skype (PC-PC) é perfeita. Numa conexão banda larga, fica 100% em qualidade e 0 de atraso. Para as ligações do SkypeOut (Skype-Telefone Comum) existe um pequeno atraso na chegada do som da pessoa que fala pelo Skype para quem está no telefone comum do outro lado. O atraso é pequeno e não atrapalha desde que se saiba utilizar o serviço, ou seja, "pegue-se o jeito" de falar: não sobrepor a conversa (falar um por cima do outro) - essa é uma dica que torna o uso melhor, mas isso não se mostra um problema de fato, mesmo porque dá para se entender o que se fala simultaneamente, sendo o único problema disso a micro diferença de tempo na conversa (que não é percebida no telefone normal) e por mínima que seja já causa uma certa estranheza para quem está desacostumado. Não é isso que vai tornar o uso do Skype desvatajoso quando se tem uma enorme economia numa ligação de São Paulo a Curitiba. Essa chamada pelo telefone normal, pela Telefônica no horário mais caro do dia, custaria aproximadamente R$ 0,63 (sessenta e três centavos de real) enquanto que pelo SkypeOut ela custaria em torno de R$ 0,16 (desesseis centavos de real). Veja outras comparações:

- Grécia (Atenas), pela Telefônica, no horário mais caro -> R$ 1,89; pelo SkypeOut, R$ 0,09 --> R$ 1,80 mais barato!- Ligação para o Canadá (Montreal) - pela Telefônica, no horário mais caro -> R$ 2,42; pelo SkypeOut, R$ 0,06 --> R$ 2,36 reais mais barato!
Quanto a qualidade do som mesmo, como ruídos, intensidade, etc, ele é ótimo. não se percebe interferências, nem altos e baixos na intensidade. É um som de ótima qualidade e perfeitamente entendível.De qualquer forma, fique atento aos requisitos básicos do programa:
● Windows 2000 ou XP● Processador 400 Mhz ou superior● 128 mb de RAM● 15 mb de espaço em disco● Conexao banda larga (de preferência)
4º: Como comprar, pagar e usar?


A compra é feita pelo site do Skype - http://www.skype.com/store/buy/skypeout.html. O pagamento é via cartão de crédito internacional. Até o momento essa é a única forma de pagamento. Os créditos são comprados em pacotes de € 10,00. Atenção, porque existe um período de 180 dias em que os créditos comprados podem expirar. Funciona assim: Quando você compra algum crédito, você não pode deixá-los inativos por 180 dias, e a data limite de expiração dos créditos sempre é renovada a partir da ultima vez em que foi usado credito, não importa quanto de uso, por minimo que seja, deve haver de 3 em 3 meses.

Para discar para um número de telefone fixo:Disque: +(codigo do país) (DDD) (numero do telefone)Por exemplo para ligar ao número (11) 3265-8578, de São Paulo, ficaria assim: +551132658578Note que o sinal de mais deve vir antes dos números;
Para discar para um telefone celular é o mesmo esquema:Disque: + (codigo do país) (DDD) (numero do celular).Por exemplo para ligar ao cel (11) 9711-8578, de São Paulo, ficaria assim: +551197118578O sinal de mais também deve estar presente antes dos numeros.A relação dos códigos dos países e cidades são encontrados nas primeiras páginas das listas telefonicas grandes e também nesse link:Códigos dos países e cidades do mundo.


Vale a pena arriscar, testar e comprovar. Será ótimo para todos nós! Muitas pessoas tem medo de comprar os creditos e não funcionar. Mas depois de verificar o que o Skype requer, é dificil dar errado;Qualquer dúvida também pode ser esclarecida no suporte online do Skype (apenas para usuários já registrados no Skype) - Suporte On-line

Foi lançado recentemente um PABX capaz de integrar-se ao SKYPE, permitindo que telefones comuns possam fazer chamadas para contatos SKYPE ou para outros telefones através da rede SKYPE. As chamadas podem ser realizadas, atendidas, colocadas em espera, transferidas de forma extamente igual as da rede de telefonia convencional. O custo é muito baixo e se paga rápido, rápido. Veja: www.safesoft.com.br/pabx/