30 Novembro 2009

FISCALIZAÇÃO

Sociólogo aciona MP para cobrar passarela nos shoppings

Hélio faz alerta sobre acidentes envolvendo pedestres
Hélio Silva, presidente do Instituto Sociológico de Mato Grosso (Isma), recorreu à Promotoria de Defesa da Cidadania, sob o promotor Alexandre Guedes, na esperança do Ministério Público vir a obrigar a Prefeitura de Cuiabá e os shoppings Pantanal, Três Américas e Goiabeiras a construir passarelas para travessia de pedestres. Ele alerta que nesses lugares há trânsito intenso e índice elevado de acidentes. Sua expectativa é de que o promotor Guedes venha a tomar providências urgentes quando às passarelas para, assim, evitar que pessoas que procuram shoppings corram risco de serem atropeladas ou mortas no trânsito.

O sociólogo justifica que tomou essa decisão diante da omissão dos 19 vereadores pela Capital e dos 24 deputados estaduais. Sugere que tanto o poder público quanto os shoppings poderiam "copiar" modelos de passarelas que contemplam a população, como as implantadas em Salvador (BA).

Na sua avaliação, ao invés dos parlamentares se preocupar em legislar, ou seja, de ajudar na fiscalização e em apresentar projetos e outros proposições, acabam cuidando especialmente da auto-defesa, diante de acusações e críticas que recaem sobre eles. Observa ainda que alguns apresentares de TV que são vereadores ou deputados, quando descobrem a problemática, como no caso de falta de passarelas adequadas para atender pedestre, não procuram contribuir para resolução, mas sim reforçam as denúncias e tentam tirar proveito político disso.

Hélio Silva considera que os parlamentares passam pelo menos metade de seus mandatos justificando suas condutas perante a opinião pública e se defendendo de acusações na Justiça. "Esses parlamentares foram eleitos pelo povo para cumprir a missão de legislar, fiscalizar e de atuar em outros pleitos e não para ficar só reclamando e fazendo denuncismo".

Autor: RDNews

24 Outubro 2009

Sociólogo pressiona AL a investigar repasses do governo

SAÚDE PÚBLICA
24/10/2009 | 10:31



O sociólogo Hélio Silva (sem partido), o caça-corrupto, pressiona os deputados estaduais a investigar os repasses do Estado para Cuiabá na CPI da Saúde. Preocupado com a possibilidade dos debates se restringirem ao gerenciamento dos recursos pelo prefeito cuiabano Wilson Santos (PSDB), pré-candidato à sucessão do governador Blairo Maggi (PR), ele elaborou uma intrincada manobra jurídica para pressionar os órgãos federais a fiscalizar os repasses do Estado para a Saúde.
Diante das declarações do ex-secretário de Santos, deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB), ao RDNews, de que os repasses do Estado estão abaixo dos 12% estipulados pela legislação, Hélio Silva, na condição de presidente do Instituto Sociológico de Mato Grosso (Isma), enviou requerimento ao Tribunal de Contas da União e ao Ministério Público Federal para que investiguem a procedência da denúncia.
A articulação deve gerar dor de cabeça a Maggi e ao secretário estadual de Saúde, Augustinho Moro, pois no requerimento Hélio Silva solicita ao MPF que nomeie um procurador para acompanhar os trabalhos da CPI na Assembleia “para apurar os desvios de recursos do Estado destinados a saúde, visto que há recursos federais e se faz necessário o acompanhamento do Ministério Público Federal”. Ao final, ele requer a investigação e auditoria de todos os repasses da União para a secretaria estadual de Saúde entre junho de 2005 e julho de 2009.
No requerimento enviado ao TCU, ele pede que fiscais do órgão também acompanhem as investigações. Ex-militante do PPS, Hélio Silva disputou a eleição de 2008 para vereador, mas não conseguiu ser eleito. Em contrapartida, ficou conhecido por percorrer as ruas de Cuiabá com um veículo utilitário que tem na carroceria uma miniprisão com um boneco preso, uma cueca com dólares falsos, uma pasta escrito dossiê, reproduções de notas de R$ 50 e uma caixa onde se lê Caixa 2. Desde então, passou a ser conhecido pelo curioso apelido de caça-corrupto. (Andréa Haddad)

Autor: RDNews

17 Outubro 2009

40 Horas: Bom para o trabalhador e empregador

Em 30 de junho deste ano, a Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou o texto da Proposta de Emenda Constitucional 231/95, que institui nova jornada de trabalho de 40 horas semanais sem redução salarial no Brasil. Agora, a PEC das 40 horas vai ser incluída na pauta de votação da Câmara Federal para aprovação ou rejeição dos deputados. A garantia de colocar a PEC em votação, o mais rápido possível, partiu do presidente da Câmara, Michel Temer, na sua participação no último congresso nacional dos metalúrgicos.

O tema da redução da jornada de trabalho no Brasil não é novo: faz parte da luta sindical há mais de um século. Desde o início do processo de industrialização, no final do século XIX e começo do século XX, as primeiras greves de trabalhadores já apresentavam como uma das principais reivindicações a redução da jornada de trabalho. Entretanto, o desemprego, que se tornou um dos mais dramáticos problemas sociais da sociedade contemporânea e motivo de preocupações em todo mundo, faz o debate sobre a redução da jornada de trabalho ganhar maior importância na conjuntura econômica do país.

As Centrais Sindicais CUT, CTB, CGTB, UGT, Força Sindical e Nova Central realizam no próximo dia 11 de novembro, em Brasília, a 6ª Marcha da Classe Trabalhadora. O evento vai reunir representantes de milhares de sindicatos para reivindicar dos deputados federais a aprovação da PEC. A intenção das Centrais é coincidir a realização da 6ª Marcha com a votação da PEC em primeiro turno.

Mobilização é a palavra-chave para aprovar a PEC das 40 horas. Portanto, como vem ocorrendo nos grandes centros, é de fundamental importância que as organizações de trabalhadores em nosso Estado participem da marcha, divulguem nos meios de comunicação os benefícios que a redução da jornada de trabalho trará para o povo brasileiro e cobrem da bancada federal de Mato Grosso para votar a favor da PEC.

Historicamente, os trabalhadores sempre pagaram a conta das crises econômicas com arrocho salarial e desemprego. No Brasil, é contumaz, nas crises econômicas, o governo socorrer bancos, fabricantes de carros e outros segmentos da elite econômica, reduzindo os depósitos compulsórios, liberando empréstimos e isentando pagamentos de impostos, em detrimento a investimentos em políticas públicas essenciais. Aprovar a redução da jornada semanal de trabalho não é luxo, e sim o resgate de uma dívida histórica com os trabalhadores brasileiros.

No Brasil a jornada de trabalho é de 44 horas semanais. É maior do que nos países desenvolvidos e até de outros países latino-americanos. Vejamos alguns exemplos: no Canadá a jornada de trabalho é de 31,7 horas semanais, no Japão de 32 horas, no Uruguai de 41,5 horas, na França de 34,2 horas, na Alemanha de 39 horas, nos Estados Unidos e na Itália de 40 horas e no Chile de 42,1 horas. Nesses países, a redução da jornada de trabalho resultou em geração de mais empregos e ajudou a solidificar as suas economias.

Dados do Dieese indicam que o Brasil reduzindo a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais serão gerados no país mais de dois milhões de novos empregos, além de contribuir para que o trabalhador tenha mais tempo para a família, o lazer e a qualificação profissional.

Como dito, o desemprego é um dos maiores problemas sociais do Brasil. Imagine nosso país gerando oportunidades de empregos para milhões de brasileiros desempregados! Penso que a redução da jornada de trabalho é uma questão de justiça social. É uma forma de gerar desenvolvimento, combatendo a pobreza e a concentração de renda. Sem dúvida todos ganham com a jornada de trabalho de 40 horas semanais: os trabalhadores desempregados poderão entrar no mercado consumidor, os empregadores poderão vender mais seus produtos e o governo aumentará a sua arrecadação para investir mais em políticas públicas.

Dilemário Alencar foi presidente do Sindicato dos Bancários em Mato Grosso e atualmente é diretor do Instituto de Desenvolvimento Sindical (Idos). E-mail: dilemario14@hotmail.com

09 Outubro 2009

DADOS DO IBGE SOBRE OS IDOSOS NO BRASIL.

idosos no País aumenta para 11,1%
O Brasil tinha no ano passado 21 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, superando a população idosa de vários países europeus, como a França, a Inglaterra e a Itália. Entre 1998 e 2008, a proporção de idosos (60 anos ou mais) aumentou de 8,8% para 11,1%. As informações constam na Síntese de Indicadores Sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada hoje.


Ainda no ano passado, havia 9,4 milhões de pessoas com 70 anos ou mais no País, ou 4,9% da população total. A pesquisa revela também que população com menos de um ano de idade se reduziu em 27,8% em dez anos, passando de 1,8% da população total em 1998 para 1,3% em 2008.

14 Agosto 2009

UMA BREVE DESCRIÇÃO DO ISMA

Diante da crescente degradação social em que vivemos, impulsionada pelo neoliberalismo cada vez mais operante, surgem instituições civis, empenhadas em minimizar a penúria, elevando à condição de digno desenvolvimento humano dos indivíduos e populações, que sobrevivem em condições sub-humanas.

Portanto, após discussões com os amigos, surgiu a iniciativa de criação do ISMA, que tem o intuíto e a pretensão de abrandar o caos social em que vivemos, orientando e norteando fragmentos da sociedade mais carente frente a economia globalizada, integrando o indivíduo em seu meio.
Desta forma, proporcionar oportunidades de fato ao indivíduo, para que ele possa participar de uma sociedade mais justa e igualitária.

O ISMA tem como finalidades e objetivos principais:
Executar programas e parecerias para reinserir no contexto social, ex-detentos, oferecendo-lhes qualificação profissional e apoio psico-sociológico para o retorno desses ao convívio harmônico na sociedade.

Desenvolver programas e campanhas de conscientização e de prevenção ao combate à violência e ao desarmamento pacífico da sociedade civil.

Realizar ações democráticas que possibilitem o combate à pobreza, à desigualdade, e todas as formas de discriminação étnica e de exclusão social, tendo a ética como base do desenvolvimento humano, político, econômico, social e cultural;

Desenvolver projetos e ações que venham a estimular práticas cotidianas do indivíduo e de toda a sociedade, para que haja respeito pelo meio ambiente, e a conscientização do desenvolvimento sustentável;

Elaborar e ministrar cursos, palestras e conferências relacionadas a cultura, arte e à formação cívica.

Realizar pesquisas científicas, e de opinião, intercâmbios culturais de âmbito nacional e internacional;

Acompanhar a elaboração e a execução orçamentária em todos os níveis da administração pública, Municipal, Estadual e Federal.;


O LEMA DO ISMA É

O AMOR COMO CAMINHO
O TRABALHO COMO COMPLEMENTO DE PRAZER
RESPEITO HUMILDADE E PACIENCIA PARA VENCER
A SABEDORIA E O CONHECIMENTO COMO FONTE DE PRAZER
A FAMILIA COMO ALICERCE DE SUA VIDA
DEUS COMO FONTE DE TUDO

11 Junho 2009

Corrupão

É público e notório que a corrupção consome os recursos da união, gessando o seu desenvolvimento e disseminando a pobreza e, por conseguinte, a violência. O Brasil atualmente ocupa a modesta 72ª colocação na lista anual do índice de percepção da corrupção, que inclui 180 países, feita pela ONG Transparência Internacional (TI). Os 10 países “limpos” são Dinamarca, Finlândia e Nova Zelândia, seguidos por Cingapura, Suécia, Islândia, Holanda, Suíça, Canadá e Noruega.
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Corrupção; essa é a palavra de ordem no Brasil. Mensalão, contas em paraísos fiscais, cartões corporativos, “sanguessugas”, superfaturamentos, corporativismo, dinheiro na cueca, caça níqueis, compra de votos, mentiras, etc. Estes são termos que infelizmente já se incorporaram às rotinas da política brasileira. Todos os dias nos deparamos com novos escândalos, que sempre se superam, nos deixando profundamente indignados e com um sensação imensa de impotência. Contudo, não podemos nos calar, tampouco ficar de braços cruzados. Se o desânimo nos contaminou e não nos permite vislumbrar a oportunidade de viver em uma nação limpa e livre das doenças endógenas que maculam a nossa honra e dignidade, procuremos, pois, encontrar forças para pelo menos possibilitar a geração de nossos filhos e netos viverem dias diferentes dos nossos. Vamos reagir, deixando de lado a preguiça, o desdém, o egoísmo e a falta de solidariedade cidadã.
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A construção de uma nação é feita pelo seu povo, com suor e lágrimas. Por isso, convoco-os para esse grande desafio no sentido de promover a primeira e mais importante reforma que precisa ser feita para possibilitar um futuro diferente e melhor para o nosso Brasil.A ONG Pró-Cidadania, constituída em 15 de novembro de 2007, em Belo Horizonte, por um grupo de cidadãos indignados com essa situação, está levantando a bandeira dessa reforma e apresentando um anteprojeto para ser amplamente discutido com a sociedade brasileira e apresentada ao Congresso Nacional através de projeto de lei de iniciativa do povo brasileiro.Somos 186 milhões de brasileiros. Não podemos ficar passivos a tudo isso e nos curvar diante desses políticos inescrupulosos e oportunistas. Não temos dúvidas que, juntos, podemos e devemos mudar este país.


É público e notório que a corrupção consome os recursos da união, gessando o seu desenvolvimento e disseminando a pobreza e, por conseguinte, a violência. O Brasil atualmente ocupa a modesta 72ª colocação na lista anual do índice de percepção da corrupção, que inclui 180 países, feita pela ONG Transparência Internacional (TI). Os 10 países “limpos” são Dinamarca, Finlândia e Nova Zelândia, seguidos por Cingapura, Suécia, Islândia, Holanda, Suíça, Canadá e Noruega.
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Corrupção; essa é a palavra de ordem no Brasil. Mensalão, contas em paraísos fiscais, cartões corporativos, “sanguessugas”, superfaturamentos, corporativismo, dinheiro na cueca, caça níqueis, compra de votos, mentiras, etc. Estes são termos que infelizmente já se incorporaram às rotinas da política brasileira. Todos os dias nos deparamos com novos escândalos, que sempre se superam, nos deixando profundamente indignados e com um sensação imensa de impotência. Contudo, não podemos nos calar, tampouco ficar de braços cruzados. Se o desânimo nos contaminou e não nos permite vislumbrar a oportunidade de viver em uma nação limpa e livre das doenças endógenas que maculam a nossa honra e dignidade, procuremos, pois, encontrar forças para pelo menos possibilitar a geração de nossos filhos e netos viverem dias diferentes dos nossos. Vamos reagir, deixando de lado a preguiça, o desdém, o egoísmo e a falta de solidariedade cidadã.
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A construção de uma nação é feita pelo seu povo, com suor e lágrimas. Não podemos ficar passivos a tudo isso e nos curvar diante desses políticos inescrupulosos e oportunistas. Não temos dúvidas que, juntos, podemos e devemos mudar este país.

19 Fevereiro 2009

CRISE

E 4270 empregos se foram pelos ares
A Embraer, terceira maior fabricantes de jatos do mundo, anunciou hoje que vai dispensar cerca de 4,27 mil empregados - 20% dos seus quadros.

Ao ver essa notícia, a impressão é de que os pedidos nacionais e internacionais de aeronaves desapareceram como em um passe de mágica: Puf! Afinal de contas, uma empresa que ganhou (e cresceu) muito nos últimos anos e que estaria capitalizada para enfrentar fortes turbulências – sem trocadilho – certamente viu o abismo de perto para tomar medida tão drástica.

Contudo, mesmo sendo uma empresa eminentemente exportadora (e, lá fora, a situação está realmente mais feia), a empresa diminuiu em apenas 10% a previsão de entregas neste ano (de 270 para 242 aeronaves) com uma queda de receita prevista em 13% (de 6,3 para 5,5 bilhões de dólares) - dados do Valor Online e da Folha Online. A empresa fechou o ano com uma carteira de pedidos firmes de 20,9 bilhões de dólares, tendo entregue 204 aviões em 2008. Ou seja, não tinha como encontrar outra possibilidade para manter os trabalhadores?

“A Embraer expressa seu profundo respeito às pessoas que ora deixam suas posições na Empresa. Respeito pelo trabalho que desenvolveram, pelo tempo de convívio profissional e pessoal, pelo momento difícil que atravessam.” Eu adoro esses trechos de notas que tentam dourar a pílula. “Deixar posições”? Como diria o articulista José Simão, tucanaram o “pé na bunda”! Se era para ter dito isso, melhor não dizer nada.

Este momento de crise econômica global é uma ótima justificativa para acertar o custo trabalho em muitas empresas que avançaram tecnologicamente e, agora, querem dispensar mão-de-obra. Presidentes e CEOs (ou assessorias de imprensa, no caso dos mais envergonhados) vêm a público dizer que isso vai garantir a manutenção da “competitividade” nos negócios (e consequentemente, lucro). Não falam, contudo, que isso ocorrerá em detrimento à qualidade de vida dos trabalhadores que tornaram a capitalização possível.

Neste momento, os balanços econômicos de muitas grandes empresas mostram que não há necessidade real de se aplicar um remédio tão amargo, uma vez que várias delas ganharam muito nos últimos tempos. Mesmo assim, tentam mostrar a necessidade de um remédio amargo. Chegou-se a discutir no Congresso Nacional - como ocorre na Europa - redução de jornada, com manutenção de salário, mas a proposta causa arrepios em muitos empresários, porque vai mexer com esse ganho de produtividade.

O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos diz que a Embraer teve acesso a 7 bilhões de dólares de financiamento do BNDES (dinheiro público, meu, seu, nosso, dos trabalhadores em geral) desde que foi privatizada em 1994. O que só aumenta a necessidade de debater e implementar contrapartidas à concessão de crédito público que garantam manutenção de empregos.

Governo, sindicatos e trabalhadores devem ficar atentos. Há empresas que passarão por sérias dificuldades e para garantir empregos negociações serão necessárias, dentro é claro de marcos legais. Mas, olhando a experiência de outras crise, é possível prever que parte dessas reduções tendem a se cristalizar quando a tempestade passar, aumentando o subemprego e mantendo os ganhos empresariais intocados.

22 Novembro 2008

O CASAMENTO

O ritual do casamento na igreja é muito bonito, com seus vestidos brancos e tapetes vermelhos, no entanto, acredito que o sermão do padre poderia ser mais completo, mais adequado à realidade, veja:

‘Promete ser fiel na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, amando-lhe e respeitando-lhe até que a morte os separe?’
Acho simplista e pouco fora da realidade. Dou aqui novas sugestões de sermões:

‘Promete não deixar a paixão fazer de você uma pessoa controladora, e sim respeitar a individualidade do seu/sua amado(a), lembrando sempre que ele/ela não pertence a você e que está ao lado por livre e espontânea vontade?

Promete ser amigo(a) e ser amante, sabendo exatamente quando devem entrar em cena, um e outra, sem que isso lhe transforme numa pessoa de dupla identidade ou uma pessoa menos romântica?

Promete fazer da passagem dos anos uma via de amadurecimento e não uma via de cobranças por sonhos idealizados que não chegaram a se concretizar?

Promete sentir prazer de estar com a pessoa que você escolheu e ser feliz ao lado dela pelo simples fato de ela set a pessoa que melhor conhece você e, portanto, a mais bem preparada para lhe ajudar, assim como você a ela?

Promete se deixar conhecer?

Promete que seguirá sendo uma pessoa gentil, carinhosa e educada, que não usará a rotina como desculpa para sua falta de humor?

Promete que fará sexo sem pudores, que fará filhos por amor e por vontade, e não porque é o que esperam de você, e que os educará para serem independentes e bem informados sobre a realidade que os aguarda?

Promete que não falará mal da pessoa com quem casou só para arrancar risadas dos outros?

Promete que a palavra liberdade seguirá tendo a mesma importância que sempre teve na sua vida, que você saberá responsabilizar-se por si mesmo, sem ficar escravizado pelo(a) outro(a) e que saberá lidar com sua própria solidão, que casamento algum elimina?
Sendo assim, declaro-os marido e mulher de verdade.”

De Mário Quintana.
Liege e Helio

24 Maio 2008

Nepotismo – a ferida aberta

A sociedade em geral se posiciona contra o nepotismo, prática que se entende pelo uso da máquina pública em proveito próprio ou para favorecer a parentes e amigos que direta ou indiretamente possam usufruir vantagens à custa dos cofres públicos e que os agentes políticos representantes do povo se permitem a conceder enquanto no exercício do poder.

O nepotismo é a quebra do princípio da impessoalidade haja vista que na maioria das vezes sobrepõe o interesse particular ao interesse público especialmente no que tange a contratações de servidores para os chamados cargos de confiança e/ou em comissão, os quais somente deveriam ser ocupados para atribuições de direção, chefia e assessoramento. Não é o que ocorre aqui, ali e lá, isto é, o descumprimento constitucional se dá em todas as esferas.

No Brasil, desde priscas eras, os governantes têm a habitualidade de agirem em causa própria nomeando parentes e amigos para o serviço público. Ninguém é contra que os parentes de agentes políticos ingressem no serviço público, todavia, para chegar a isso poderiam buscar o concurso onde todos competem em pé de igualdade e pelo esforço pessoal.

Um outro viés do nepotismo é o do agente político que abusa do poder concedido pelo povo e passa a decidir em causa própria, soterrando a lei, a ética e a moralidade pública quer seja pela ação exagerada de assessores a sua volta, quer por decisões que favoreçam os grupos de apoio pessoal.

A sociedade como um todo deve estar atenta a essa ferida ainda aberta na democracia brasileira e que atinge os poderes executivo e legislativo em especial abrindo espaço para a criação de verdadeiros feudos políticos nem sempre interessados na questão pública mas em uma permanência “ad infinita” no poder. A exigência de uma postura firme e contrária ao nepotismo pela sociedade é uma ação cívica que deveria ser praticada até que a mazela fosse eliminada.

E-mail: sandra.silva@brturbo.com.br

09 Maio 2008

“Papa-Corrupto” o jardineiro da Política.

O ser humano sem sonho não existe. Sonhar não custa nada, não se paga para sonhar e é bom sonhar, sonhar grande, sonhar belo, sonhar por justiça, por fraternidade, por solidariedade...

Meu sonho é a Política, com “P” maiúsculo. Sei que a Política é ciência, arte e um poderoso instrumento para promover o bem-estar social e a felicidade da população. Porém, é difícil fazer política, na medida em que a desonestidade, a infidelidade, a traição, a corrupção viraram moda, uma moda ruim, doentia, alimentada pelos falsos políticos. Como superar tudo isto? Afinal, estamos trabalhando com seres humanos e conta o dito popular: Quer conhecer um homem? Dê poder e dinheiro a ele; só assim ele mostra a sua verdadeira cara. Quando ele manda é democracia, quando outro manda é ditadura. Faça o que eu digo, não faça o que faço. Seus protegidos são inocentes e competentes, os alheios são duvidosos. Véspera de eleição é tempo de agradar eleitor, o resto do tempo é para engordar a conta bancaria.

Ser de direita ou de esquerda, tanto faz, desde que ele chegue aos seus objetivos. Com esta pratica, a corrupção tornou-se um dos grandes males que afetam a sociedade brasileira, especialmente a administração pública. Nossa história mostra que as práticas ilícitas do desvio de recursos, do favorecimento de amigos e parentes e da troca de favores têm nos condenado a um estado de subdesenvolvimento crônico.

Tão grave quanto a própria corrupção é a aceitação complacente dos comportamentos anti-éticos que são traduzidos em ditos populares como “rouba, mas faz”. O bom uso da máquina pública não deve ser vista como uma cortesia, mas como uma obrigação do governante eleito. Viver em sociedade significa pensar no coletivo acima de seus próprios interesses. Se o cidadão paga imposto e aceita a legislação vigente em nome do bem-estar social, é imprescindível que o administrador público também o faça. O descrédito das instituições, a indiferença dos cidadãos pela política e o desinteresse pelas eleições revelam a angustia dos indivíduos e da sociedade.
Certamente, a corrupção é um dos grandes males que afetam a sociedade brasileira, especialmente a administração pública.

Nossa história mostra que as práticas ilícitas do desvio de recursos, do favorecimento de amigos e parentes e da troca de favores têm nos condenado a um estado de subdesenvolvimento crônico. Tão grave quanto a própria corrupção é a naturalização dos comportamentos anti-éticos que são traduzidos em ditos populares como “rouba, mas faz”.
O bom uso da máquina pública não deve ser vista como uma cortesia, mas como uma obrigação do governante eleito.

Viver em sociedade significa pensar no coletivo acima de seus próprios interesses. Se o cidadão paga imposto e aceita a legislação vigente em nome do bem-estar social, é imprescindível que o administrador público também o faça. O descrédito das instituições, a indiferença dos cidadãos pela política e o desinteresse pelas eleições revelam o deterioramento do convívio social. A nossa luta de combate a corrupção nasceu da constatação de que não adianta implementar projetos de desenvolvimento humano antes de neutralizar as ações daqueles que dedicam ao desvio do dinheiro público.

Acreditamos que ao enfrentar a corrupção, criamos meios para amenizar a carência crônica de verbas que afeta milhares de municípios brasileiros. Além disso, a administração ética dos recursos públicos melhora a qualidade dos serviços básicos oferecidos a população, equilibra a circulação de recursos e possibilita a geração de novos empregos.

Hélio Silva é SOCIOLÓGO e Cientista Social
Presidente do Instituto Sociológico de Mato Grosso
E-mail: cacacorrupto@gmail.com

01 Janeiro 2008

A PAZ

Primeiro de janeiro comemoramos o dia mundial da PAZ.
Definir PAZ é muito complexo, porém podemos partir de algumas premissas. A Europa, por exemplo, que teve seu povo massacrado por sucessivas guerras e passou por várias mudanças, aprendeu com sofrimento, democratização e educação, transformar-se na nação do euro que representa união de povos outrora inimigos. Hoje dizem ter PAZ.
No caso dos asiáticos, a existência de uma base fortemente religiosa e apassivadora, que sobrevive a regimes distintos, traz consigo um equilíbrio social e consequentemente uma forma de PAZ.
Os paises árabes que possuem uma complexidade de governos fechados, imperiais ou ditatoriais, e ainda várias religiões extremistas, onde não raramente, governo e religião se misturam, passam por desentendimentos na busca da PAZ.
Já na América Latina, os conflitos são amenizados pela religiosidade do povo que aceita passivamente governos corruptos aflorando ainda mais a desigualdade social e os serviços públicos de baixa qualidade. No entanto, estamos em tempo de PAZ.

Nós, seres humanos, somos sensíveis a mudanças. Quando envolvidos por oportunidades que tragam cobiça e poder, quedamos diante deles e, qualquer que seja a escolha, certamente gerarão desarmonia e cisão.
A princípio, os seres humanos criam teorias adequadas aos seus interesses mais imediatos, afastando-se da realidade que rege a criação. Dessa forma, dividem-se em facções preocupadas tão somente com os objetivos do seu grupo. Nesse caso, comprometem interesses dos outros, assim atiram na lama a tão sonhada paz.
Pois bem, a raiz do conflito está justamente na multiplicidade de escolhas a que somos submetidos. Cada uma dessa escolha nos levará a caminhos diversos que estarão também sujeitos a opiniões variadas. A verdade é que a humanidade avança celeremente sobre o tempo demarcado para a sua evolução.

Porque o ser humano vive de emoções. Um dos grandes vilões que nos deixam estagnados no caminho da PAZ chama-se ódio. O ressentimento que cada um guarda dentro de si é o principal responsável por nossa destruição. Achar que este ou aquele povo possui a verdade absoluta, tentar convencer paises que sua cultura não é a correta, desrespeitar as pessoas impondo seu Deus, são exemplos de atitudes que fragilizam cada vez mais a busca da paz no mundo contemporâneo.
Ao invés da busca pelo verdadeiro saber, o que temos oferecido às novas gerações são, de um lado a indiferença pelo significado espiritual da vida, estimulando-os a superficialidade e todos os tipos de abusos e excessos, através de filmes e leituras recheadas de perversões sexuais e violência. As novas gerações permanecem indolentes, como se não tivesse rumo. Do outro, ensina-se o ódio tomando-se por base as desigualdades econômicas, o militarismo prepotente, o modo de vida considerado pervertido e os antagonismos raciais e religiosos.
Em ambos os casos, falta-se o essencial. Falta-se o ensino da realidade espiritual da vida porque somos apenas passageiros, a terra é quem fica.

Se perguntasse a um marxista, certamente ele diria: socializar os meios de produção.
Um padre, diria: orar e jejuar, sem nada pedir em troca.
Um ambientalista, sem dúvida diria: o dia em que o homem respeitar a natureza, o equilíbrio estará estabelecido entre os povos.
Um pastor diria: somos iguais perante o pai, não havendo distinção entre sexo, raça ou cor, portanto, quando todos estiverem contribuindo com as obras do Senhor, a paz reinara entre os povos, e estaremos salvos.
Um sociólogo, provavelmente dirá: façamos uma mesa redonda com todos os acima citados para apontar um indício a ser perseguido.....
Pois bem, não existe uma receita de PAZ. Existe sim, um consenso geral no sentido de que vivenciar a PAZ é bem melhor que convier em conflito.


Hélio Silva é Presidente do Instituto Sociológico de Mato Grosso

14 Dezembro 2007

PARA REFLETIR

Em 1925, Gandhi, que lutou pacificamente pela independência da Ìndia em relação ao império britânico, elencou os sete pecados sociais:
1. Política sem principio;
2. Riqueza sem trabalho;
3. Prazer sem consciência,
4. Conhecimento sem caráter;
5. Comércio sem moralidade;
6. Ciência sem humanidade;
7. Devoção sem sacrifício.
É preciso identificar as causas que torna sua vida financeira um inferno. E lembrar de uma frase que define o que é Status: “Status é você comprar aquilo que você não precisa, com o dinheiro que você não tem, para mostrar às pessoas que você não conhece, aquilo que você não é”.

12 Dezembro 2007

Zé Ramalho

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo

Um país que crianças elimina
Que não ouve o clamor dos esquecidos
Onde nunca os humildes são ouvidos
E uma elite sem deus é quem domina
Que permite um estupro em cada esquina
E a certeza da dúvida infeliz
Onde quem tem razão baixa a cerviz
E massacram - se o negro e a mulher
Pode ser o país de quem quiser
Mas não é, com certeza, o meu país

Um país onde as leis são descartáveis
Por ausência de códigos corretos
Com quarenta milhões de analfabetos
E maior multidão de miseráveis
Um país onde os homens confiáveis
Não têm voz, não têm vez, nem diretriz
Mas corruptos têm voz e vez e bis
E o respaldo de estímulo incomum
Pode ser o país de qualquer um
Mas não é com certeza o meu país

Um país que perdeu a identidade
Sepultou o idioma português
Aprendeu a falar pornofonês
Aderindo à global vulgaridade
Um país que não tem capacidade
De saber o que pensa e o que diz
Que não pode esconder a cicatriz
De um povo de bem que vive mal
Pode ser o país do carnaval
Mas não é com certeza o meu país

Um país que seus índios discrimina
E as ciências e as artes não respeita
Um país que ainda morre de maleita
Por atraso geral da medicina
Um país onde escola não ensina
E hospital não dispõe de raio - x
Onde a gente dos morros é feliz
Se tem água de chuva e luz do sol
Pode ser o país do futebol
Mas não é com certeza o meu país

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo

Um país que é doente e não se cura
Quer ficar sempre no terceiro mundo
Que do poço fatal chegou ao fundo
Sem saber emergir da noite escura
Um país que engoliu a compostura
Atendendo a políticos sutis
Que dividem o brasil em mil brasis
Pra melhor assaltar de ponta a ponta
Pode ser o país do faz-de-conta
Mas não é com certeza o meu país

Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo

28 Agosto 2007

ISMA Opinião

Desde sua fundação, em 2003, o ISMA Opinião tem correspondido às expectativas e necessidades da nossa sociedade, ao cumprir sua missão de investigar e retratar as atitudes e opiniões dos brasileiros, permitindo que a população se reconheça e debata seus próprios caminhos.

Uma das especialidades do ISMA Opinião é pesquisar o processo eleitoral mato-grossense, seja para mostrar ao público a evolução das preferências do eleitorado a cada campanha, tornando mais transparente o processo eleitoral, seja suprindo o marketing político, utilizando técnicas modernas e sofisticadas, com informações de alto valor estratégico.


Apesar da maior visibilidade dos indicadores eleitorais, o ISMA Opinião também investiga uma grande diversidade de temas sociais, políticos e governamentais, têm à disposição informações valiosas para minimizar os riscos de suas tomadas de decisão e para avaliação de suas ações.


A equipe, composta por sociólogos, estatísticos, profissionais de marketing e comunicação, está plenamente capacitada para responder a qualquer necessidade de informação, da mais simples à mais complexa. A qualidade e confiabilidade da coleta de dados é garantida por uma equipe permanente de campo.

Contatos do ISMA Opinião, E-mail: ismamt@hotmail.com - ou pelo telefone (65) 8425-7096

27 Junho 2007

O que é pesquisa de opinião pública?


As pesquisas de opinião fazem parte do cotidiano da população e têm uma grande visibilidade na mídia. É muito comum abrir jornais e revistas e encontrar levantamentos sobre o que pensam as pessoas a respeito dos mais diversos temas, como, por exemplo, pesquisas de intenção eleitoral ou sobre a expectativa em relação ao futuro do País. Geralmente, as pesquisas de opinião são feitas por amostragem. Ou seja, para saber a opinião dos moradores de uma cidade sobre um determinado assunto, não se entrevistam todos eles. Por meio de técnicas estatísticas, um grupo representativo de todos os habitantes do município é selecionado e entrevistado. A opinião deste grupo tende a refletir o que toda a comunidade pensa.

Para as pesquisas de opinião utilizamos metodologia:
Pesquisas qualitativas

A pesquisa de opinião tem como objetivo investigar e retratar as atitudes e opiniões dos indivíduos, possibilitando à sociedade conhecer com precisão as tendências e posições dos diferentes segmentos sociais.

O ISMA Pesquisa, visando minimizar os riscos e auxiliar as tomadas de decisões nas áreas sociais, governamentais e políticas, coloca à disposição sua equipe de especialistas para elaboração de projetos para avaliação de campanhas eleitorais, administrações públicas, organizações não governamentais, entidades de classe, e pesquisas de opinião em geral.

Para as pesquisas de opinião utilizamos metodologia:
Discussão em Grupo
As Discussões em Grupo(Focus Group), são realizadas em 2 salas de reuniões, uma com acomodação para 8 a 10 pessoas e outra conjugada e equipada com espelho “one way” ou com circuito de TV, para permitir o acompanhamento das reuniões pelos profissionais auxiliares e pelo cliente.As reuniões são conduzidas por um moderador orientado por um roteiro previamente definido, e para facilitar a análise todas as sessões são gravadas em áudio e vídeo.

Entrevista em Profundidade
A pesquisa individual em profundidade é realizada pessoalmente por um entrevistador com habilidade para extrair do entrevistado suas idéias, opiniões e argumentações que sustentem suas declarações.
Para este tipo de pesquisa o entrevistador utiliza um roteiro que permite investigar o assunto de maneira livre, e possibilita o aprofundamento dos temas previamente determinados e dos temas identificados no desenrolar da entrevista.
Para este tipo de pesquisa sugere-se a realização de 10 a 15 entrevistas por segmento de interesse.

Pesquisa qualitativa
Permite mensurar opiniões, reações, sensações, hábitos e atitudes, através de uma amostra que represente a população de forma estatisticamente comprovada.
O instrumento utilizado para coleta de dados no método quantitativo é o questionário estruturado com questões fechadas (lista de respostas pré-codificadas) ou questionário semi-estruturado com perguntas fechadas e abertas.
Disponibilizamos aos nossos clientes as seguintes técnicas:

Entrevistas Pessoais
Entrevistas realizadas pessoalmente junto ao entrevistado. Este tipo de entrevistas são realizadas no local de trabalho do entrevistado, em sua residência, em pontos de gr
ande fluxo pessoas ou em “Central Location”.

Entrevista pó Telefone
Entrevistas realizadas via telefone, utilizando-se questionário eletrônico formatado para receber as informações diretamente no sistema de processamento.

Entrevista pó Internet
É uma técnica bastante utilizada atualmente por proporcionar agilidade na coleta e no processamento dos dados, embora esteja restrita a usuários de Internet